Pano rápido.

Entre uma HQ e outra da “fase adulta” (viadice pura), umas merdas da escola antiga aí, só pra arejar.  Agora vou voltar novamente pro limbo.

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Rutinha

Não me recordo de pedidos cobrando meu retorno – ou de perguntas sobre o meu paradeiro – (não houve!), mas é fato que passei sete meses sem publicar nem um garrancho sequer. Agora ressurjo do nada, com uma HQ colorida de 21 páginas, de outro gênero (terror, talvez), completamente fora do meu padrão.

As coisas serão assim por um bom tempo por aqui e outras virão em breve; portanto, se não gostou do formato, do jeitão, digite Laerte lá no Google (apesar das viadices) e leia algo divertido.

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Eu, o alienista

Não sei se vocês sabem, mas eu trabalho como técnico de áudio num estúdio aqui em Taubaté, e lá entulha uma malucada que chega a dar inveja em Philippe Pinel. E nem precisa olhar de perto pra perceber isso, não. Pegue já seu pau de amansar louco e cuidado com seu rabo!
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Quem nunca?

Tirando os virgens, quem, heim!?

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Confessando pro Pelé da Igreja

Dois doido conversando. O Mel é doce, mas não é mole não.

mel e cristo

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Não existe racismo no Brasil

Assuntinho batido pra cacete, mas enfim, algumas considerações a respeito.
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A prova de idiotas, eu sei muito bem que essa música é do Caetano e não dos Novos Baianos. Ah, e para de odiar chinês dessa maneira. Tem um monte de coisa aí com você que eles fizeram.

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Bum! Cablam! Corram que a Mayra vem aí!

Minha esposa Mayra tem um dom muito especial em sua coordenação. Casa vez que ela esbarra em algo, dá um tropeção, escorrega ou deixa algo cair no chão, o Universo sempre sai ferido, instável ou menor. Dia desses ela apertou um botão aí e uma galáxia muito distante foi completamente escoada pra dentro de um vórtice. A comunidade científica queria comer o fígado dela. “Desculpa, gente”, ela diz. Outro dia, contando-me uma frivolidade à toa do trabalho, ela saiu gesticulando feito uma italiana louca, derrubando vasos, portarretratos e tudo o mais que tivesse pelo caminho. Saldo: um total de 458 mortos espalhados pelas ilhas da América Central. Tivemos que falar com o delegado. Foda! Essa é Mayra Marini, minha esposa. Segue mais abaixo:

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